É um absurdo extremo, em pleno século XXI, alguém acreditar que é superior a outrem.
É uma estupidez sem tamanho.
O mais triste é que não é privilégio de poucos. Eu me pego várias vezes tendo que discursar contra o preconceito.
Mas, o que dói é este tipo de crime que não tem nome. Essa garota estuda Direito; o que não nos diz nada, já que nos dias de hoje, estar em uma Faculdade não significa coisa alguma. Provavelmente é mais uma analfabeta acadêmica, cometendo racismo.
Mayara não cometeu racismo em seu microblog, o que declarou não tem nome.
Conhecemos a inaceitável xenofobia, a homofobia, o preconceito contra outra raça.
Até existe um estudo recente que explica porque não percebemos as diferenças entre um e outro cidadão japonês, os japoneses também não discernem o quão diferente é um europeu de outro europeu.
Explicado biológicamente, aceitável, mas como podemos aceitar o preconceito ? E além do mais, como podemos aceitar o preconceito de um povo contra si próprio?
É inominável, e tem que acabar.
A minha luta feminina é,também, nordestina.
Precisamos corrigir essa falha, essa corrupção dentro da nossa nação, já que não podemos mudar a luta entre os Hutus e os Tutsis(guerra absurda entre um mesmo povo, na nossa mãe África).
A minha indignação contra a brasileira Mayara, é completamente racional, e não simplesmete porque minha bisavó é Pernambucana, e uma de minhas avós Paraibana, a outra Alagoana, minha mãe Sergipana e meu pai Potiguar.
A minha indignação existe e só.
Quem dera meu desprendimento chegasse a tal ponto em que eu realmente curasse essa garota e a convencesse do quão maravilhoso o povo nordestino é, se eu cedesse, por uma noite, a ela o Baiano que me acompanha por todas as noites.
A partir daí,certamente, ela seria uma brasileira consciente, amorosa e feliz.